[Gesac. AC] Re: [mocambos] Audiência pública do Projeto Nacional de Apoio a Telecentros

Angel Luis G Rodriguez angel_luis72 em yahoo.com.br
Sexta Maio 22 04:57:12 BRT 2009


Salve!
Vou contar uma estória o breve possível:

Fui implementador do Gesac. Estive na "cerimônia" de abertura do 1o. Encontro dos Implementadores, mas para isso interrompi uma série de oficinas de metareciclagens em duas escolas do DF.

Em dado momento, Kiki, por quem tenho todo respeito, e Cláudio Prado apresentaram o modelo do que seria o "Centro de Reciclagem de Computadores": 'fábricas' a serem construídas e mantidas com dinheiro público em algumas cidades, que centralizariam toda a doação de computadores velhos para que fossem 'renovados' por bolsistas e enviados às escolas, telecentros, entidades... ou seja, a nós, "prontos".

Com base nas observação da felicidade das pessoas que participavam das oficinas ao descobrirem um pouco o que são os computadores e de tudo o que se aprendia sobre eletrônica, história, geografia, economia, sociedade, arte... ao desmontá-los, analisá-los e remontá-los..., perguntei se essa fábrica não seria um tiro no pé no esforço estávamos fazendo no Gesac e no Cultura Digital para mostrar, em várias comunidades, que era possível cada um ter seu processo de reciclagem e aprendizagem com computadores velhos para montagem de telecentros comunitários, conseguidos graças ao esforço e mobilização das próprias comunidades, ligadas a uma rede nacional, para coletar essa sucata junto aos órgãos de governo, comércio, comunidade, enfim, de cada localidade.

E que essa reciclagem e instalação dos sistemas e programas fossem feitas não em uma 'fábrica' mas em cada um dos nossos locais, usando a rede para trocar peças e conhecimentos, dúvidas e sofrimentos. Mas aproximando os saberes dos computadores, dos nossos saberes.

Olha aí: vários elos onde políticas públicas podem atuar para facilitar na chegada e troca desse material e desse conhecimento, incentivar a autonomia mas também, e principalmente, a colaboração.

Assim como nessa consulta pública de agora, não teve debate. 

Me coloco à disposição de quem quiser lutar para ampliar o conceito de telecentro, teleperiferia, telequebrada, telealdeia ou qualquer outro nome... aos acampamentos, cineclubes, escolas, centros comunitários... quaisquer agrupamentos que se disponham a se organizar para buscar material e gente para se conectarem e trocarem nossa sabedoria por meio de computadores ligados à rede. Redes de gente.

Assim como outro militante-atuante que estava nessa audiência pública, somos da opinião que não precisamos de um modelo de política pública, oxalá tenhamos algum!, que privilegie a entrega de telecentros padronizados, como se fossem agências do Banco do Brasil, todos iguaizinhos, que chegam prontinhos para nosso "uso". E pra nossos cuidados.

Isso nos tira o trabalho e o desafio, mas também o aprendizado, de irmos, aos poucos conquistando e reinventando o uso das sucatas da tecnologia.

Sucatas, porque qualquer telecentro já virá com sucatas, ainda que novas. Serão máquinas que os empresários do mundo moderno já descartaram mas, ainda assim, lucram com elas. Iguais aos agrotóxicos, automóveis, celulares...

Cedo ou tarde, alguém precisará 'metarecicla-las' para que continuemos a usá-los por mais algum tempo. Vamos, de novo, depender de outro programa de governo pra isso? 

Se formos nós a fazermos isso desde o começo, talvez aprendamos mais e gastemos menos.

Ou não. Mas pelo menos, fomos nós.

Obrigado pela leitura.

angel luis

--- Em qui, 21/5/09, Andrea Saraiva <andreasaraiva.cb em gmail.com> escreveu:

Olá, Alcione

Louvo a iniciativa de pautar essa discussão. Tenho sentido um silêncio incômodo por parte dos movimentos e até de agentes que transitam por esse tema.

Com relação à audiẽncia. Foi um monólogo com respostas escorregadias mas que deu pra se saber que essa ação não é nem sustentável e nem corresponde as verdadeiras demandas do setor. Fico imaginando pra que tanta carta no OID, pra que mesmo o OID? Pra que tanta reunião pra chegarem a uma proposta que nada mais é que a "institucionalização da puxadinha". Fico me perguntando se foi proposital pegarem as piores experiências do Gesac: a conexão e a pior do casa brasil: o pagamento das bolsas via CNPq...enfim, vá entender!...  


Igualmente a vocẽ, minha questões também não foram comentadas.

Aqui no Ceará estamos pensando em uma carta aberta via comitê de ID do Estado dando conta da insuficiência da proposta e dando conta mais ainda da verdadeira confusão sobre o tema "formação" o que demonstra que isso não foi central na elaboração de tal chamada. 


Estamos aqui no Ceará dispostxs a contribuir e pensando até em pedir suspensão dessa chamada até que sejam dirimidas questões centrais e que sejam ouvidas vozes alijadas da construção desse processo.

 
Um abraço,

Andréa



2009/5/21 Alcione Carolina <alcica em df.idbrasil.org.br>

Olá pessoas,

A audiência ocorreu na terça-feira e algumas pessoas nesta lista compareceram à discussão. Entretanto, não houve uma boa discussão do tema, senão respostas pontuais, marcada pela ausência de debate. Na minha avaliação, ainda é preciso melhor esclarecer a proposta e enfrentar alguns problemas levantados pelas pessoas.





Submeti as questões por e-mail, como lhes indiquei e, ainda, submeti as mesmas questões durante a ocasião da audiência em que estive presente, contudo, as questões não foram lidas, ainda que entregues por escrito. Curiosamente, segui a proposta de que as  questões estivessem referenciadas ao documento ou à minuta de edital correspondente, (e respectivos itens, incisos e alíneas) e todos perguntaram livremente. Entretanto, mesmo estando assim, as questões não foram lidas. Estranho por se tratar de uma consulta pública...





Ao final, reescrevi 3 delas apenas, que foi levada pela moça que entregava as questões na sala.

Parte delas consegui postar hoje no site da chamada pública, outra parte não está disponível publicamente, sem demais explicações. Como as contribuições foram feitas pela manhã, estão estão sujeitas à moderação, talvez elas estejam retidas ainda. 





Será que elas vão aparecer publicamente, em momento oportuno?

De toda forma, resolvi socializar o material que  está sob moderação. São 5 questões acerca da Rede de Formação e seus desdobramentos, referente ao documento 03





Estão aqui:
http://oca.idbrasil.org.br/wiki2/index.php/Chamada_p%C3%BAblica

Abraços a tod em s,
Alcione 






2009/5/18 Alcione Carolina <alcica em df.idbrasil.org.br>




Olá Luiz Cláudio e Sebastian,

Fico contente por vocês socializarem conosco o ponto de vista de vocês! Vamos nos somando na reflexão ;)

Creio que poderemos juntos propor mudanças necessárias nesses e outros eixos problemáticos.






Aproveito a oportunidade para dizer que, as pessoas podem mandar questões por e-mail, até amanhã, antes  da hora da conferência. A leitura dos documentos é longa, mas vale a pena para o momento.

Essas questões serão lidas e respondidas durante a conferência e, ainda, disponibilizadas as respostas no site.





As instruções encontram-se a seguir:

3. Formulação de questões:

As questões deverão ser enviadas previamente à data da Audiência ao e-mail
telecentros em planejamento.gov.br, identificando no campo Assunto da mensagem: “Questão para





audiência pública – projeto telecentros”.
As questões devem ser formuladas de forma concisa e objetiva visando, exclusivamente, elucidar
dúvidas sobre o teor e o alcance dos aspectos pautados nas minutas de documentos em consulta. As





questões deverão estar referenciadas ao documento ou à minuta de edital correspondente, e
respectivos itens, incisos e alíneas, buscando, assim, melhor identificação e correlação entre as
questões com os textos das citadas propostas.





O autor da questão deverá identificar nome completo, órgão/instituição e município/UF na
mensagem de envio da(s) questão(ões).
A formulação de questões novas ou complementares às que foram enviadas previamente deverá ser





feita por e-mail a partir dos computadores disponibilizados nos locais da audiência, e atender aos
mesmos requisitos de envio.
Serão respondidas, durante cada Audiência, apenas as questões cujo autor ou seu representante





tenha registrado presença no Registro de Presença e Identificação até o encerramento do
credenciamento e esteja presente por ocasião da resposta. A ordem de respostas atenderá,
respectivamente, a data e hora constante no Registro de Presença e Identificação.






4. Da leitura e respostas das questões:

As questões enviadas antecipadamente serão lidas e respondidas no decorrer da Audiência. Poderão
ser agregadas numa mesma resposta questões recebidas que digam respeito a uma dúvida comum.





As questões que, por exiguidade de tempo, não forem respondidas ao longo da Audiência, terão
suas respostas disponibilizadas na Internet pelo Ministério do Planejamento, conforme indicado
abaixo. O tempo estimado para a leitura de cada questão será de até 3 minutos, e para a resposta de





até 10 minutos. Serão priorizadas perguntas sobre o Projeto e sobre a minuta de edital de chamada de iniciativas.

5. Ordem Geral:

Com vistas a facilitar a realização da Audiência Pública, serão adotadas as medidas necessárias para





acesso ao ambiente e participação dos interessados. Serão coibidas as condutas desrespeitosas ou
com o fim de protelar ou desvirtuar o objeto da Audiência, sob pena de suspensão. Medidas cabíveis
serão asseguradas para o bom andamento dos trabalhos. O Ministério do Planejamento divulgará,





no seu portal na Internet, documento contendo as perguntas e respectivas respostas tratadas na
Audiência Pública, em conjunto com as contribuições da Consulta Pública do Projeto Nacional de
Apoio a Telecentros disponível em http://www.governoeletronico.gov.br/consulta-publica.






Retirado de: http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros

Abraços,
Alcione Carolina.


2009/5/18 sebastian gerlic <sebastian.thydewas em gmail.com>





Prezado Luiz  e prezada Alcione:





Voces dois tem coração e cabeça linkados na realidade e orientados para o

Planeta!



Acho que somos muitos os que estamos construindo uma humanidade, que conta

com a tecnologia para ser mais humana. Mas, acho que para dar importantes

passos, seria necessário uma maior particpação....



Para mim, em quanto coorlaborador da REDE INDIOS ON-LINE, adoraria poder ter

tido outros tempos, espaços, formas de vir construindo em REDE uma proposta

mais adequada para propor... Lamentavelmente, só foi atraves de conversas

informais, de pequenos movimentos que temos exposto alguma de nossas

visões... Acredito que seria muito interessante poder participar mais, porem

amanha, na aldeia onde estarei - aldeia ainda offline, não me permitirá

chegar junto.... Os indigenas de Índios On-Line vivem um pouco distantes

dessas capitais...E precisaríamos ter sabido com maior tempo de previsão, do

evento de amanha, para nós articularmos para coolaborar.....



 Espero que os corações pulsantes de amanha prevaleçam com uma proposta que

comprenda a diversidade, que promova a autogestão e autodeterminação, que

promova a liberdade! Que coloque as pessoas no foco e não as máquinas!



Abraços

Sebastián Gerlic

Presidente da THYDEWAS

(82) Oi 8805-0203

(82) 3334-0402 // 9931-4361

visite: www.indiosonline.org.br







2009/5/18 Luiz Claudio Mesquita de Souza <

luiz-claudio.mesquita em serpro.gov.br>



>  Alcione,

>

>

> Excelente a sua abordagem. Amanhã, 19/05, será o dia em que todas as

> pessoas ligadas aos projetos de inclusão Digital deverão comparecer aos

> endereços do Serpro e, de edital na mão, apontar cada desvio.

>

> Este é o momento e o espaço próprio para contribuirmos com o enriquecimento

> do Programa. Portanto, vamos lotar os espaços de transmissão do Serpro com

> gente que conhece, que quer e pode contribuir. A experiência das comunidades

> não pode e nem deve ser desprezada. ( só não se esqueçam de verificar a

> capacidade de lotação dos espaços de transmissão em

> http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros

>

> Eu também aguardo vocês lá.

>

> Abs,

>

> Luiz Cláudio.

>

>

> Alcione Carolina escreveu:

>

> Olá pessoal!

>

> O Min. do Planejamento aprontou uma proposta chamada *"Projeto Nacional de

> Apoio a Telecentros"*  para desenvolver  uma política unificada para os

> telecentros, num contexto do comitê de inclusão digital coordenado pelo

> Cesar Alvarez. (PR).  Conheçam a proposta e façam contribuições à chamada

> pública pelo site. Vejam aqui os documentos:

> http://www.governoeletronico.gov.br/consulta-publica.

>

> *Este é um assunto que todos nós devemos participar,* pois se trata de uma

> proposta que reúne alguns esforços já vigentes do governo federal de apoiar

> as ações em telecentros, dos que existem e dos que ainda estão por vir.

>

> Queria partilhar uma reflexão e conhecer as idéias de vocês sobre esse

> assunto.

>

> A proposta como um todo obtém mérito ao visar a integração de algumas ações

> federais de promoção de inclusão e cultura digitais que, frequentemente, têm

> sido empenhadas de modo relativamente isolado por diferentes iniciativas do

> governo federal. A premissa de concatenar em um ponto comum as condições de

> conexão, de infraestrutura tecnológica, de formação e remuneração de

> monitores constitui um princípio importante para bom desenvolvimento dessas

> ações.

>

> Também apreciamos a condição de elevar a discussão à categoria de consulta

> pública, o que contribui para que as considerações de diversos setores

> venham a reorientar as bases formuladas para a resolução dos problemas

>  enfrentados por essas iniciativas, via de regra, pela ausência ou

> inadequação de uma ou outra das condições acima elencadas.

>

> Contudo, aparentemente desconsidera o universo atual de muitos telecentros

> ao propor que: *item II – não cobrar por navegação e cursos (pode cobrar

> impressão)*, uma vez que, os cursos a preços módicos, frequentemente, são

> fontes de renda dos telecentros para gerar condições de custeio de energia

> elétrica, limpeza e outras despesas para a manutenção do espaço. Poderia não

> ser uma condição proibitiva, mas desejável. Ainda coloca, como *Condições/contrapartidas

> exigidas*, que *As iniciativas aderentes garantirão aos telecentros sob

> sua responsabilidade, por meios próprios ou parcerias, o conjunto de

> elementos abaixo:  • Rede elétrica adequada.* Ora, o provimento de energia

> não deve ser considerado como condição se pensarmos em telecentros em

> aldeias e comunidades remotas, áreas nas quais  o Estado ainda não

> disponibilizou esse bem. Como uma proposta do governo federal, sugerimos que

> esses casos sejam atendidos em parceria com o Luz para Todos/MME.  Nessa

> mesma linha, a exigência de ter  *VI – linha telefônica para contato com a

> Coordenação e as centrais de suporte técnico dos fornecedores de bens,

> serviços, formação e bolsas.* *No caso de telecentros sem telefonia local,

> informar número para contato na localidade mais próxima.*

> Da mesma forma que a questão da energia, seria importante atrelar ao MC o

> fornecimento de um telefone público na frente do telecentro. Também

> sugerimos pedir um contato voip.

>

> *O cumprimento dessas condições acima exclui um grande universo de pontos*hoje já atendidos pelo Gesac, por exemplo. Que já compõem uma ação do

> governo federal e que também necessitam outros apoios. É um pouco

> desconcertante que o governo exija da comunidade o fornecimento de bens que

> o Estado já deveria fornecer.

>

> *Boa parte dos pontos do norte e centro-oeste não têm energia adequada,

> nem telefone e funcionam exatamente como um espaço de comunicação com o

> mundo. *Muitas antenas do Gesac são alimentadas por geradores, em locais

> em que não há telefone. *Esses locais deveriam ser excluídos da

> possibilidade de serem melhor apoiados?*

>

> *Um outro ponto a ser considerado, diz respeito ao tratamento da

> experiêcia prática e reflexiva no processo de  formação e implementação e

> formação das comunidades no uso das TICs, *a exemplo, os três grandes

> projetos vigentes: Pontos de Cultura/Ação Cultura Digital- MinC, Programa

> GESAC-MC e o Casa Brasil-MCT.

>

> Tais iniciativas acumularam certa multiplicidade de experiências e

> alargaram diferentes perspectivas de tratamento do tema da formação, que

> parecem não terem sido contempladas.

>

> *Segundo a proposta, a formação presencial foi suprimida àpenas três

> encontros presenciais, o que vai na contramão dos bons resultados de

> formação e produção de conteúdo obtidos por essas iniciativas, que

> trabalharam enfaticamente a formação presencial.*

>

> A proposta atual, propõe a formação à distância para os monitores-bolsistas

> dos telecentros, por meio de uma plataforma não identificada, indica os

> assuntos/temas para a formação, e estabelece apenas 3 encontros presenciais.

>

>

> Ao que parece, não está firmada a contrapartida do monitor do telecentro de

> replicar o conhecimento para sua comunidade. O que podemos ter é uma

> qualificação da mão de obra de um jovem - o que não é nada ruim -, mas que

> põe em questão a continuidade do trabalho de aproriação com aquela

> comunidade, quando por exemplo o jovem formado venha a ser absorvido pelo

> mercado.

>

> *As experiências anteriores  formavam uma comunidade de usuários,

> inclusive o monitor, mas não somente ele.

> * Eram crianças, jovens, adultos, homens e mulheres que integravam aquela

> comunidade e o conhecimento circulava entre as mais diferentes pessoas.

>

> *O que* *seria interessante é que houvesse - nesse momento - a criação de

> um programa integrado para a formação de monitores e oficineiros

> encarregados da qualificação do uso e formação (animação) da rede. *Uma

> equipe de pessoas, que faça o trabalho semelhante ao dos implementadores

> sociais do Gesac, ao dos tuxauas do Cultura Digital e dos TIC e TEC do Casa

> Brasil. Uma equipe em campo que possa conhecer a comunidade, mapear seus

> interesses e vocações de trabalharem num projeto específico de oficinas

> preenciais e de potenciaização de articulações locais e em rede.

>

> Esse trabalho poderia ser organizado por demanda dos pontos, que se

> posicionariam sobre as coisas que gostariam de desenvolver com as TICs

> (TVweb, radioweb, blogs, vídeo, imagem, som, gráfico, etc, etc).

>

> Membros dessa equipe acompanhariam essa comunidade à distância e,

> presencialmente, realizando oficinas. Se estamos falando num universo de 6

> mil telecentros, poderíamos pensar, por exemplo, em 60-100 pessoas,

> divididas nas 5 regiões do país.

>

> *As equipes do Gesac, Casa Brasil e Cultura Digital poderiam oferecer

> módulos de oficina em suas áreas de maior expertise conhecimento.* Há

> pessoas que não sabem ainda navegar, há aquelas que já produzem conteúdos na

> rede. O universo é muito heterogêneo para ser tratado de forma tão uniforme.

> *Essa equipe somaria à proposta em termos de qualidade e poderia ser

> gerida pelos próprios programas existentes, em parceria com o Comitê.*

>

> No mais, como vocês sabem, resolveria nacionalmente o problema de

> manutenção dessas pessoas e evitaria essas lacunas que muitos viveram. Como

> hoje, em que não há implementador Gesac em todos os estados do Brasil, e

> cuja ação será encerrada muito em breve. O Cultura já viveu um ano de

> ausência em relação ao trabalho com os Pontos de Cultura. No mais, muito dos

> Pontos de Cultura serão Casa Brasil e vice-versa, com o atual cenário. E

> muitos deles já são Gesac. Enfim, já há pontos de intersecção.

>

> *Entretanto, se as comunidades não vêem isso como uma perda importante,

> creio que o projeto tal como está, poderá cumprir sua finalidade de

> "apoiar".*

>

>

> *Opiniões serão muito bem-vindas!!*

> Nos vemos amanhã, na chamada pública :)

>

> Um grande abraço a tod em s,

> Alcione Carolina

>

> ***********************************************

>

>

> *Participe da audiência pública do Projeto Nacional de Apoio a Telecentros

> *

> Na próxima terça-feira, dia 19, das 14h às 18h, acontece a audiência

> pública do Projeto Nacional de Apoio a Telecentros do governo federal, na

> sede do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) em Brasília. Em

> outras 26 localidades do país, de 25 Estados, será possível acompanhar a

> audiência e tirar dúvidas por videoconferência, nos escritórios do Serpro.

>

> Foram incluídas na transmissão as cidades de Curitiba, Fortaleza e Porto

> Alegre, somando-se às originalmente previstas: Belo Horizonte, Salvador, Rio

> de Janeiro (bairro Lapa), Regional São Paulo (bairro Socorro), Regional

> Recife, Regional Belém, São Luis, Florianópolis, Teresina, Palmas, Campo

> Grande, Goiânia, Cuiabá, Boa Vista, Rio Branco, Manaus, Macapá, Porto Velho,

> Maceió, João Pessoa, Natal, Vitória e Ribeirão Preto (SP).

>

> Os procedimentos para inscrição e participação, bem como os endereços dos

> locais de realização estão disponíveis em:

> http://www.inclusaodigital.gov.br/telecentros. Não fique de fora!.

>

>  "Esta mensagem do SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO), empresa pública federal regida pelo disposto na Lei Federal nº 5.615, é enviada exclusivamente a seu destinatário e pode conter informações confidenciais, protegidas por sigilo profissional. Sua utilização desautorizada é ilegal e sujeita o infrator às penas da lei. Se você a recebeu indevidamente, queira, por gentileza, reenviá-la ao emitente, esclarecendo o equívoco."






>

> "This message from SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) -- a government company established under Brazilian law (5.615/70) -- is directed exclusively to its addressee and may contain confidential data, protected under professional secrecy rules. Its unauthorized use is illegal and may subject the transgressor to the law's penalties. If you're not the addressee, please send it back, elucidating the failure."






>

>





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